Saiba como declarar o faturamento anual do Simples Nacional em 2026: DASN-SIMEI, DEFIS, prazos, multas por atraso e mudanças previstas para 2027.
Continue lendoCategoria: Contabilidade Tributária
Manual das Retenções na Fonte
Aprenda a analisar ISS, IRRF, PIS, Cofins, CSLL e INSS na retenção de serviços, com exemplos e um roteiro prático para conferência de notas fiscais.
Continue lendoRetenções na Fonte e EFD-Reinf
Entenda como LC 116, IRRF, MAFON, CSRF, INSS, Soluções de Consulta e EFD-Reinf podem ser combinados para criar um validador de retenções.
Continue lendoNF-e na recusa de entrega: o que muda com o Ajuste SINIEF 34/2026?
As regras para emissão de Nota Fiscal eletrônica (NF-e) nos casos em que uma mercadoria é recusada pelo cliente ou não consegue ser entregue passaram por uma nova atualização. O Ajuste SINIEF 34/2026, publicado no Diário Oficial da União em 14 de setembro de 2026, alterou o Ajuste SINIEF 49/2025 e detalhou como deve ser tratada a NF-e quando ocorrer recusa total, recusa parcial ou não localização do destinatário. A mudança merece atenção principalmente dos setores fiscal, contábil, de faturamento,
Continue lendoConciliação contábil em 2027: por que a Reforma Tributária vai exigir ainda mais conferência das empresas
A conciliação contábil sempre foi uma das etapas mais importantes do fechamento de uma empresa. É por meio dela que o profissional da contabilidade verifica se aquilo que está registrado no sistema realmente corresponde aos documentos, movimentações financeiras, obrigações e operações realizadas pela empresa. Com a entrada de novas regras da Reforma Tributária do Consumo, especialmente envolvendo o IBS e a CBS, esse procedimento tende a ganhar ainda mais importância. A partir de 2027, por exemplo, uma compra realizada de
Continue lendoCompra de fornecedor do Simples Nacional em 2027: como fica o crédito de IBS e CBS?
A partir de janeiro de 2027, a Reforma Tributária trará mudanças importantes para as empresas que compram mercadorias ou contratam serviços de fornecedores optantes pelo Simples Nacional. Uma das principais dúvidas é: quem compra de uma empresa do Simples Nacional poderá aproveitar créditos de IBS e CBS? A resposta é sim, mas existem condições. O valor do crédito dependerá da forma como o fornecedor recolhe os novos tributos e do enquadramento tributário do comprador. Na prática, será necessário identificar se
Continue lendoNFS-e com IBS e CBS em outubro de 2026: o que preencher e quando a nota pode ficar em desconformidade?
A Reforma Tributária do Consumo entra em uma nova etapa em outubro de 2026. A partir do dia 1º, a maioria dos prestadores de serviços sujeitos ao ISS deverá observar a obrigatoriedade de informar o IBS e a CBS na Nota Fiscal de Serviço Eletrônica (NFS-e). A mudança exige atenção dos profissionais da contabilidade e das empresas, principalmente porque a emissão de uma nota fiscal não significa, necessariamente, que todas as informações tributárias estejam corretas. Uma NFS-e poderá ser autorizada
Continue lendoAlvará de Funcionamento e Bombeiros: quem precisa, onde solicitar e qual tirar primeiro?
Você abriu um CNPJ, alugou uma sala comercial e está pronto para começar a trabalhar. Mas surge uma dúvida: preciso de alvará da prefeitura? E do Corpo de Bombeiros? A resposta depende da atividade, do endereço e das regras do município e do estado. Uma pessoa que trabalha de casa, prestando serviços pela internet, pode ter exigências diferentes das de uma clínica que recebe pacientes diariamente. Até mesmo uma sala dentro de um prédio comercial pode precisar de regularização própria.
Continue lendoNota Fiscal de Serviço (NFS-e): onde emitir, competência, ISS retido e como corrigir erros
Emitir uma nota fiscal de serviço parece simples, mas algumas situações podem gerar muitas dúvidas. Onde a nota deve ser emitida? As regras mudam de uma cidade para outra? O que fazer quando o cliente esquece de informar um serviço de um mês que já foi fechado? Também surgem questões sobre a emissão para empresas com CNPJ baixado, a diferença entre clientes pessoas físicas e jurídicas e a retenção do ISS. Neste artigo, vamos entender esses assuntos de maneira simples,
Continue lendoCFOP para remessa para industrialização e retorno: quais códigos usar?
Na remessa de insumos para industrialização por encomenda, o encomendante utiliza, em regra, o CFOP 5.901 quando o industrializador está no mesmo estado e o CFOP 6.901 quando está em outra unidade da Federação. No retorno dos insumos incorporados ao produto industrializado, o estabelecimento industrializador utiliza 5.902 ou 6.902, conforme o destino seja interno ou interestadual. O retorno pode envolver outros CFOPs na mesma operação. Insumos recebidos e não utilizados são classificados em 5.903 ou 6.903, enquanto os valores da
Continue lendoCFOP 1.916 e 2.916: como funciona o retorno de mercadoria enviada para conserto
Os CFOPs 1.916 e 2.916 são utilizados na entrada em retorno de mercadoria ou bem que o próprio estabelecimento havia remetido para conserto ou reparo. A diferença é territorial: o 1.916 corresponde a uma entrada dentro do mesmo estado, enquanto o 2.916 é usado quando o retorno ocorre de outra unidade da Federação. Esses códigos fazem parte de um fluxo que normalmente começa com a remessa do bem sob os CFOPs 5.915 ou 6.915. Por isso, compreender quem está emitindo
Continue lendoCFOP 5.915 e 6.915: remessa para conserto ou reparo
Os CFOP 5.915 e 6.915 são utilizados na saída de mercadoria ou bem enviado para conserto ou reparo. A diferença é geográfica: o 5.915 corresponde à operação interna, enquanto o 6.915 é usado quando o estabelecimento destinatário está em outro estado. Essa remessa não deve ser confundida com uma venda. O bem sai temporariamente do estabelecimento para manutenção, conserto ou reparo e, em condições normais, retorna ao proprietário depois da execução do serviço. Quando usar o CFOP 5.915 ou 6.915?
Continue lendoSimples Nacional Híbrido em 2027: como funcionam IBS e CBS fora do DAS
Em 2027, uma empresa poderá continuar no Simples Nacional e escolher apurar IBS e CBS pelo regime regular, fora do Documento de Arrecadação do Simples Nacional, o DAS. A opção não retira automaticamente a empresa do Simples: os demais tributos abrangidos continuam seguindo as regras do regime simplificado. Essa combinação vem sendo chamada informalmente de Simples Nacional híbrido. Para utilizá-la já no primeiro semestre de 2027, a empresa precisa observar a janela de opção de setembro de 2026 e, principalmente,
Continue lendoDesenquadramento do MEI para ME em 2026: Limites, Regras e Passo a Passo
Ultrapassou o limite de faturamento do MEI e ficou em dúvida sobre o que fazer? Essa é uma situação bastante comum entre pequenos negócios que começam a crescer, mas o tratamento muda conforme o valor faturado e o motivo que levou ao desenquadramento do MEI. Em 2026, o limite anual do MEI continua sendo de R\$ 81 mil. Quando esse valor é ultrapassado, é preciso verificar se o excesso ficou dentro de 20%, se passou desse percentual e em que
Continue lendoSimples Nacional e Reforma Tributária: o que muda em 2026 e 2027
A Reforma Tributária do consumo não extinguiu o Simples Nacional, mas trouxe mudanças importantes para as micro e pequenas empresas que utilizam o regime. Com a criação do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), empresários e contadores terão de lidar com novas escolhas, novos períodos de opção e mudanças na forma de calcular e reconhecer receitas. A Lei Complementar nº 214/2025 iniciou essa reorganização e, posteriormente, a Lei Complementar nº 227/2026 e
Continue lendoContabilização de Impostos e Contribuições: entenda como funciona na prática
A rotina tributária de uma empresa vai muito além de calcular impostos e emitir guias de pagamento. Para que as demonstrações contábeis representem adequadamente a situação do negócio, é fundamental registrar corretamente impostos, contribuições e taxas, identificando quando esses valores representam direitos, obrigações ou despesas. Essa classificação é especialmente importante porque determinados tributos podem gerar créditos a serem utilizados futuramente, enquanto outros representam valores que a empresa deverá recolher ao governo ou despesas que afetam diretamente o resultado do período.
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